Simperj

Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro
Desde 1947.

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Gostaria que houvesse uma feira industrial sobre o plástico e sua transformação, no Rio de Janeiro?



Sua opinião nos ajudará a desenvolver o setor de plásticos, tornando-o mais dinâmico e atendendo às expectativas dos transformadores e do público em geral.

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Opinião

Opinião 04/2012

Há quem possa estranhar o silêncio do SIMPERJ em relação à campanha contra as sacolas plásticas, sempre consideradas as grandes inimigas do ambiente. Trata-se, no entanto, de um equívoco decorrente de uma análise momentânea e superficial de nossa estratégica ética.
Fomos o primeiro sindicato patronal do Brasil a questionar na justiça a constitucionalidade de uma lei de um dos vereadores da cidade do Rio de Janeiro proibindo o uso das sacolas e o fizemos com a ajuda do DEJUD da FIRJAN , obtendo na ocasião a primeira liminar sobre a matéria posteriormente confirmada em análise do mérito.
Atualmente, o Simperj segue a orientação - cuja aprovação foi um dos solicitantes – produzida por todas as entidades de plástico conferindo à Plastivida, especializada e competente entidade que engloba as nossas gerações petroquímicas, a defesa pública do produto. Além disso, nossos rígidos procedimentos éticos levam-nos a respeitar a ação do Sindiplast (SP) competente na área em que se desenvolve a ação, apoiando, também, nossos colegas da ABIPLAST e ABIEF em ação nacional. Afinal sempre defendemos o ponto de vista de que em nosso território, o estado do Rio de Janeiro, somos a "voz do plástico" apoiados por nossa Federação, FIRJAN, e pelos demais sindicatos e entidades nacionais do setor. Agir no RJ significa ter o SIMPERJ e a FIRJAN à frente.
Vigora em nosso estado uma lei que procura reduzir o consumo de sacolas e não bani-las, já que tal uso pode e deve ser racionalizado. Afinal, ao substituí-las por outro material certamente criaremos outro tipo de poluição, mantidos os mesmos hábitos.
Entendemos, por fim, que, presentemente, assistimos uma tradicional concorrência mercadológica com evidentes intenções de melhores resultados não necessariamente ambientais, mas, seguramente, políticos e financeiros.
O setor já apresentou suas soluções técnicas e comportamentais adequadas tanto aos produtores como aos consumidores, mas não domina os trâmites políticos e desconhece os custos de quem se apoia no ambiente para aumentar sua lucratividade, o que pode e deve ser o objetivo da iniciativa privada, mas fundamentado na ética e na sinceridade no trato com a sociedade.

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